A Polícia Civil de São Paulo afastou o delegado Luiz Roberto Faria Hellmeister do exercício de suas funções após decisão judicial motivada por investigação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). O afastamento ocorre sem prejuízo dos vencimentos, conforme previsto na legislação.
A medida cautelar foi autorizada pelo Judiciário a partir de indícios de que o delegado teria utilizado suas prerrogativas para favorecer um grupo criminoso que atuaria na região de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.
Esquema envolveria veículos adulterados na Grande SP
Segundo o Ministério Público, o grupo investigado utilizava uma empresa do setor de equipamentos rodoviários para comercializar reboques e semirreboques com sinais identificadores adulterados ou suprimidos.
As apurações apontaram diversos indícios de irregularidades:
- Veículos registrados em nome da empresa apresentavam características diferentes das originais de fábrica;
- Havia sinais de remarcação de chassi;
- Parte dos produtos teria origem ilícita;
- A empresa seria utilizada para encobrir a procedência real dos veículos.
De acordo com o Gaeco, a empresa emitia documentação com o objetivo de mascarar a origem dos itens adulterados, permitindo que os veículos fossem inseridos no mercado formal, dificultando a identificação de irregularidades.
Delegado é investigado por suposta facilitação ao grupo
O MP-SP afirma que o delegado Luiz Roberto Faria Hellmeister teria atuado para favorecer as operações ilícitas da organização criminosa. Entre os pontos citados nas investigações estão:
- Suposta facilitação das atividades do grupo;
- Ações que teriam beneficiado o funcionamento do esquema;
- Eventual contribuição para proteger as operações da organização.
As autoridades apuram se o delegado utilizou atribuições do cargo para auxiliar a continuidade do esquema criminoso.
Prisões e medidas cautelares são determinadas pela Justiça
Além do afastamento do delegado, o Judiciário determinou:
- Prisão preventiva de dois empresários, pai e filho, suspeitos de participação direta no esquema;
- Aplicação de medidas cautelares a duas investigadas, incluindo:
- Restrição de acesso às dependências da empresa;
- Obrigação de comparecimento periódico perante a Justiça.
As medidas fazem parte de uma série de ações coordenadas para interromper a atuação do grupo e preservar as etapas da investigação.
Investigações continuam
O inquérito segue sob responsabilidade do Ministério Público. Até o momento, não foi divulgada previsão para conclusão da investigação ou apresentação de denúncia formal. A Polícia Civil informou que cumpre as determinações judiciais e que acompanha o andamento do caso.
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