Corpo do Cabo da PM Fabrício é encontrado em Embu-Guaçu
Após cinco dias de buscas, polícia confirma morte do cabo do 25º Batalhão; quatro suspeitos foram presos.
🧭 Desaparecimento
O cabo da Polícia Militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, lotado no 25º Batalhão (Santo Amaro), desapareceu na noite de 7 de janeiro de 2026 após participar de uma confraternização no Jardim Horizonte Azul, Zona Sul de São Paulo. Testemunhas relataram que ele discutiu com um homem que tentava usar cocaína no local. O policial teria repreendido o uso da droga, o que gerou tensão com um suposto traficante.
🚗 Carro incendiado
No dia seguinte, 8 de janeiro, o veículo de Fabrício foi encontrado carbonizado em Itapecerica da Serra. Imagens indicam que o carro foi conduzido por um cúmplice, enquanto outro veículo levou o policial.
🔍 Operação de busca
A Polícia Militar e a Polícia Civil mobilizaram mais de mil agentes, incluindo tropas de choque, ROTA, Corregedoria, drones, helicópteros, canil e mergulhadores na Represa Guarapiranga. A força-tarefa também contou com monitoramento por câmeras e denúncias anônimas.
⚰️ Corpo localizado
Na manhã de 11 de janeiro, um corpo foi encontrado enterrado em um sítio no bairro Cipó, em Embu-Guaçu. Familiares reconheceram um anel e roupas como pertencentes ao cabo. A confirmação oficial veio após exame de impressão digital realizado pelo Instituto Médico Legal (IML).
🔒 Prisões
Quatro pessoas foram presas temporariamente:
- O caseiro e proprietário do sítio onde o corpo foi enterrado;
- Três suspeitos envolvidos no crime, incluindo o homem com quem Fabrício discutiu e um indivíduo conhecido como “Gato Preto”.
⚖️ Linha de investigação
A principal hipótese é que Fabrício tenha sido vítima de um “tribunal do crime”, ligado a facções criminosas. Segundo a Polícia Civil, ele foi desarmado, levado para o sítio e executado após deliberação interna.
🙏 Homenagens da PM
A Polícia Militar lamentou a morte do cabo Fabrício e prestou homenagens nas redes sociais e em nota oficial. A corporação destacou sua dedicação ao serviço e solidarizou-se com familiares e amigos. Em diversos batalhões, houve minuto de silêncio e mensagens de apoio à família. A PM reafirmou o compromisso de colaborar com as investigações e garantir que os responsáveis sejam levados à Justiça.
✅ Próximos passos
A investigação continua para esclarecer todos os envolvidos e confirmar se houve participação direta de organizações criminosas. A Secretaria de Segurança Pública acompanha o caso.
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