Por Prof Franco - jornalista - Sociólogo e Cientista politico formado e pos graduado Centro universitário são Camilo
"Quando um secretário atua em desacordo com o prefeito, compromete a motivação da base aliada, beneficia opositores e, inevitavelmente, isola-se politicamente."
Qualquer semelhança com pessoas, lugares ou situações reais é mera coincidência.”
OPINIÃO | O Secretário Desleal e o Preço Alto da Traição Política
Em política, quase tudo é previsível. Coalizões se formam, alianças se rompem, adversários mudam de lado, discursos se ajustam conforme o vento. Mas há um tipo de comportamento que, por mais comum que seja, nunca deixa de surpreender: o do secretário que decide trabalhar contra o próprio prefeito.
Sim, isso existe — e muito mais do que a população imagina.
Deslealdade interna é corrosão silenciosa
Secretário que age contra o governo não discorda — sabota.
Há uma diferença gigantesca entre apontar falhas, sugerir melhorias e participar do debate técnico (o que é saudável) e atuar de forma velada para prejudicar o próprio projeto que jurou defender.
Enquanto servidores se dedicam, enquanto a população espera resultados, esse tipo de figura trabalha em outra lógica: a de interesses pessoais, vaidades, ambições ou ressentimentos.
A equipe desanima porque percebe a incoerência
Nenhum grupo se mantém motivado quando vê um membro da cúpula jogando contra.
Afinal, se o secretário não acredita no prefeito, por que os demais acreditariam?
A oposição agradece (e comemora)
Enquanto isso, quem sofre é a população, que precisa de serviços funcionando — não de brigas internas.
O isolamento é inevitável — e merecido
A ingratidão pode até gerar ruído no presente, mas cobra juros altíssimos no futuro.
Em política, a memória é seletiva, mas a mágoa é permanente.
Lealdade ao projeto é respeito ao cidadão
Secretário existe para fazer a gestão funcionar — não para ser protagonista de intrigas.
Conclusão: Quem joga contra o próprio time, perde
Secretário que atua contra o prefeito:
- desmoraliza o grupo,
- fortalece os adversários,
- confunde a população,
- trava políticas públicas,
- e, no fim, destrói a própria carreira.
Porque, na política e na vida, ninguém chega longe caminhando sozinho — muito menos quem escolheu ser desleal.
No final, quem planta deslealdade, colhe solidão.
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